Natal

Luiz Maia

Vou confessar-lhe um segredo.

O período natalino, até então, me deprimia e me fazia um ser triste.

Não deveria ser assim.

É que sempre questionei os motivos em que se baseiam as comemorações. 

Pouco vemos ou ouvimos falar de JESUS CRISTO. 

O que parece prevalecer são os jantares regados a bebidas e à troca de presentes. 

Minha preocupação maior é que o Natal não faça diferença alguma em nossa vida, que voltemos à mesma antiga rotina, às mesmas pessoas que éramos antes de tudo haver começado. 

É possível festejar a estação e perder o Natal!

Não deveria ser apenas isso. 

Também me aflora a lembrança de pessoas queridas que partiram deixando uma lacuna imensa. 

Vejo naquela pessoa triste, tão pobre não tendo onde morar, sequer o que comer, a pessoa do próprio CRISTO esquecido entre nós. 

Então, como não chorar?

Como não ficar triste e deprimido em meio à dor e a tanto esquecimento sem fim?

Vale a pena comemorarmos o Natal, sim!

Se reconhecermos o nascimento de JESUS, o Filho unigênito de Deus, aquele que não derramou seu sangue em vão.

Assim deveria ser, sempre!

Precisamos nos aproximar da imensidão de irmãos carentes que clamam como se fosse um grito de Deus por amor traduzido em partilha.

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