Veredas de uma Vida

Luiz Maia

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Uma amiga, na tentativa de me ajudar, passou às minhas mãos o número do telefone de um amigo seu, que ficara tetraplégico num acidente de moto. Resolvi então ligar para ele e como não percebi nenhum interesse seu em conversar comigo, arrisquei e perguntei se ele conhecia Marize Barros e se podia me dar o seu telefone. Ele não a conhecia, mas passou-me o número do telefone de um professor de nome Alan, achando que ele poderia saber. Sem ter a mínima idéia de quem era esse senhor, liguei para ele e fui feliz. Alan conhecia Marize Barros e deu-me o seu telefone. Antes de agradecer-lhe, fiquei sabendo que ele estava à frente de um ministério que ajuda a muitas pessoas. Eu não tinha o menor conhecimento dessas coisas e não imaginava que um fato importante estava para acontecer comigo que mudaria o rumo de minha vida.

Tentei falar com Marize, mas o telefone não conferia. Voltei a falar com Alan e ele me deu o número novamente. Acontece que sem querer deixei escapar que precisava falar com ela porque eu estava atravessando uma fase difícil, acometido de grande depressão. Isso foi o suficiente para ele me fazer a seguinte pergunta: "Luiz, você quer aceitar Jesus em sua vida?" Falei que sim mas que eu precisava saber mais sobre essas coisas por estar alheio a tudo isso. Ele novamente me falou: "Luiz, repita comigo tudo o que eu falar, pois isso será o começo de tudo que você precisa." Concordei com ele e fiz tudo conforme o combinado. Depois disso, passei a saber que a partir dali eu tivera um "novo nascimento".

Esse fato ocorreu no dia 5 de junho de 1998. Sem dúvida alguma esse foi o dia mais importante de minha vida. Deus, mais uma vez, agia tremendamente em minha vida, desta vez fazendo-me conhecer o "novo nascimento". Deus quando quer coloca diante de nós várias pessoas, neste caso usou a quatro para transformar o meu destino. Todo meu passado fora esquecido e perdoado, mas eu sentia necessidade de saber mais sobre essa boa nova. O simples "aceitar a Jesus" pode-nos parecer algo simplório, tolo para muitos, coisa que eu precisava entender mais profundamente. O professor Alan me falou que Marize iria em minha casa na segunda-feira seguinte e mais adiante ele próprio iria me visitar. Era tudo que eu queria.

 

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