Veredas de uma Vida

Luiz Maia

Uma viagem pelos sentimentos

Por Paulo Caldas

Nesses últimos vinte anos, na lida de escrever e editar, poucas vezes tivemos em mãos um texto tão marcado pelo emocional quanto este "Veredas de uma Vida".

Desde agosto de 1947, quando Luiz Maia (Luizinho) inicia o traçado de sua rota, até os dias de hoje, a emoção esteve presente como uma bússola a guiá-lo a cada curva do tortuoso caminho, como é fácil interpretar nesta sua narrativa.

Em alguns momentos da viagem estivemos juntos. Lá pelos idos dos inesquecíveis anos 60, quando tudo era divino e maravilhoso para nós, que nos embalos das velhas tardes de domingo amávamos os Beatles e os Rolling Stones.

Dos anos 70 em diante, seguimos caminhos diversos. Em sua rota, tal o perfil de uma senóide, Luizinho teve grandes momentos e vivenciou situações que lhe trouxeram marcas profundas.

Hoje, no árduo ofício de escrever, o inesperado nos juntou no mesmo barco. Tanto quanto antes, somos tão sonhadores quanto o minúsculo colibri, que julga apagar o incêndio da floresta levando água no bico. Quem escreve, ao modo do colibri, pensa em salvar o mundo fazendo a sua parte: coisa de sonhadores.

A partir deste "Veredas de uma Vida", podemos, quem sabe, ver nascer um novo talento para o universo literário pernambucano. Muitos dos ingredientes ele já possui: paixão, emoção e uma outra virtude indispensável: a perseverança.

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